Projetos Atuais

PROJETO IMPLANTAÇÃO DA COMISSÃO PAROQUIAL PARA A VIDA E A FAMÍLIA

Objetivo

Implantar a Comissão Paroquial para a Vida e a Família (CPVF), reunindo todos os movimentos, pastorais e serviços ligados ao trabalho pastoral com as famílias presentes na paróquia.

Este projeto será implantado a partir das orientações da Comissão Vida e Família Arquidiocesana.

PROJETO PAROQUIAL DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ

Introdução

A Iniciação à Vida Cristã é um processo de crescimento na fé de forma gradual e permanente, que acontece numa comunidade eclesial e visa transformar a fé inicial em uma fé progressivamente adulta, cada vez mais convicta e comprometida.

No processo vai se fortalecendo o encontro pessoal com Jesus e com o Evangelho de maneira mais intensa através de uma experiência fascinante (DAp 277), que leve a uma adesão, comunhão e intimidade plena com Ele, caminho, verdade e vida (Jo 14, 6).

A Iniciação à Vida Cristã tem como inspiração o catecumenato que não se limita à celebração dos sacramentos, mas a um progressivo mergulhar no mistério, dando valor a tempos, etapas com suas celebrações, símbolos, ritos, bençãos…

Objetivo

Implantar o Processo de Iniciação à Vida Cristã com inspiração catecumenal na paróquia com base no projeto arquidiocesano.

Plano de Ação

O projeto será aplicado para os catequizandos de Primeira Eucaristia e Crisma que estiverem iniciando sua catequese a partir de 2016. Os catequizandos que já estavam na catequese de Primeira Eucaristia e Crisma em 2015, continuarão no processo anterior, com encontros semanais, e a celebração do sacramento ocorrendo no final de 2016.

O projeto segue um caminho a percorrer:

– Acolhida: pais, catequizandos, catequistas, comunidade (Pré- Catecumenato)
– Querigma (1ºTempo ): anúncio de Jesus Cristo (Pré- Catecumenato)
– Catequese (2º Tempo): aprofundamento da fé (Catecumenato)
– Celebração (3º Tempo): celebrações de entrega no decorrer do processo (Quaresma) e no período Pascal a celebração dos sacramentos (iluminação e purificação)
– Mistagogia (4º Tempo): aprofundamento dos Mistérios recebidos (Mistagogia)
– Acompanhamento

 

Pré-Inscrições
Os pais e/ou responsáveis deverão fazer a pré-inscrição de seu filho entre 15/12/2015 e 20/02/2016.

Formação para os Pais
Os pais e/ou responsáveis deverão participar de encontros de formação que serão realizados da seguinte forma:
– Retiro de Conscientização – Dia 03/04/2016, das 08 às 18 horas, em Campinas.
– Encontros de Formação
Grupo 1: Terça-feira – 20 às 21:30 horas – Campinas (26/04, 17/05, 14/06 e 28/06)
Grupo 2: Quinta-feira – 20 às 21:30 horas – Kobrasol (28/04, 19/05, 16/06 e 30/06)
Grupo 3: Sábado – 14 às 15:30 horas – Campinas (30/04, 21/05, 18/06 e 02/07)

Matrícula para a Catequese
Os pais e/ou responsáveis que participaram do Retiro de Conscientização e dos Encontros de Formação poderão matricular seus filhos no primeiro ano da Primeira Eucaristia e Crisma

Encontro de Catequese
Os encontros de catequese começarão no segundo semestre, sendo semanais, com duração de 2 anos.

Celebração dos Sacramentos
A missa da Primeira Eucaristia ocorrerá no período pós-pascal, enquanto que a Crisma ocorrerá na celebração de Pentecostes.

Mistagogia
Após a celebração da Primeira Eucaristia, os catequizandos passarão por um período chamado Mistagogia, em que aprofundarão o conhecimento nos mistérios recebidos.

Catequese de Crisma
Os adolescentes que iniciarem a catequese de Crisma em 2016, passarão pelo mesmo processo da Catequese de Primeira Eucaristia (Pré-Inscrição, Encontros de Formação para os Pais, Matrícula para a Catequese e Encontros de Catequese). A Celebração da Crisma ocorrerá no Celebração de Pentecostes de 2018.

 

PROJETO PAROQUIAL DO ANO DA MISERICÓRDIA

Lema

Lema: “Misericordiosos como o Pai” (Lc 6,36)

Introdução

No dia 11 de abril, o papa Francisco publicou a bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, intitulada “Misericordiae vultus” (o rosto da misericórdia). Em sintonia com a Igreja Universal, a paróquia celebrará em 2016, o Ano da Misericórdia.

O Jubileu da Misericórdia começa no dia 8 de dezembro de 2015, solenidade da Imaculada Conceição e terminará na solenidade de Cristo Rei de 2016. Será celebrado em Roma, onde, no 3º. Domingo do Advento, será aberta a Porta Santa na Catedral de Roma, a Basílica de São João de Latrão, e, em seguida, nas outras basílicas papais. A peregrinação a Roma é sinal da comunhão de todos os fiéis e de todas as dioceses com o papa e sua diocese. Neste mesmo domingo será aberta a Porta Santa da Catedral de cada diocese. É um sinal visível da comunhão da Igreja inteira. A critério de cada bispo, poderá ser aberta uma Porta Santa nos santuários, meta de muitos peregrinos que, nestes lugares sagrados, se sentem tocados pela graça da misericórdia e encontram o caminho da conversão.

Por que um Jubileu Extraordinário da Misericórdia?

Para recordar que a misericórdia é a síntese da revelação e da fé – para o papa Francisco, a misericórdia é a síntese da revelação de Deus. No seu lema episcopal – miserando atque eligendo – recorda o momento em que Jesus olhou Mateus com misericórdia e o escolheu. Aprendemos que Deus é todo-poderoso. Mas, insiste o papa, a onipotência divina se revela precisamente na misericórdia, no perdão, na paciência.

Para celebrar a misericórdia como realidade concreta do amor de Deus por nós – em toda a Sagrada Escritura, a misericórdia de Deus não é uma ideia abstrata, mas uma realidade concreta, pela qual ele revela o seu amor. Muitos salmos falam da misericórdia divina, com verbos que indicam a ação bondosa de Deus em favor de seu povo: perdoa toda culpa, cura todas as doenças, salva a vida do fosso (Sl 103,3-4), livra os prisioneiros, devolve a vista aos cegos, levanta os caídos, ama os justos, protege os estrangeiros, ampara o órfão e a viúva (Sl 146,7-9), cura os corações atribulados (Sl 147,3). Sua bondade prevalece sobre o castigo e a destruição. “Eterna é a sua misericórdia”, repete o salmo 136. Não só na história, mas também na eternidade, o ser humano estará sempre sob o olhar misericordioso do Pai. Na nova aliança, esta misericórdia se realiza no ministério de Jesus. Os sinais que realiza em favor dos pecadores, pobres, marginalizados, doentes, mulheres, crianças, são caracterizados pela misericórdia. Tudo em Jesus fala de misericórdia. Ele teve compaixão do povo, curou os doentes, alimentou as multidões, libertou os endemoninhados, chamou pecadores ao seu seguimento. Em tudo o que Jesus disse e fez revelou-se, de modo sublime, a misericórdia de Deus. Nas três parábolas dedicadas à misericórdia (Lc 15,1-31: a ovelha perdida, a moeda perdida e o pai com os dois filhos), Deus é apresentado sempre cheio de alegria, sobretudo quando perdoa. Nelas, diz o papa, encontramos o núcleo do Evangelho e da nossa fé. Também na parábola do servo cruel que, depois de perdoado pelo patrão, não perdoou a dívida de seu colega (Mt 18,22-35), Jesus declara que a misericórdia não é apenas o agir do Pai, mas torna-se o critério para entender quem são seus verdadeiros filhos: os que perdoam como o Pai. Em toda a Sagrada Escritura, a misericórdia é a palavra-chave para indicar o agir de Deus para conosco. A misericórdia divina é a sua responsabilidade por nós. Do mesmo modo, ser misericordiosos com o próximo. A arquitrave que suporta a vida da Igreja é a misericórdia, diz o papa.

Para recordar a relação entre justiça e misericórdia – não são dois aspectos em contraste entre si, mas duas dimensões de uma única realidade. A justiça é um conceito fundamental para a sociedade civil, faz referimento a uma ordem jurídica através da qual se aplica a lei. Por justiça entende-se que a cada um deve-se dar o que lhe é devido. Na Bíblia, ela é entendida como a observância da Lei e o comportamento de todo bom fiel conforme os mandamentos divinos. Esta visão de justiça como prática da lei pode levar, porém, ao risco do legalismo. Para superá-lo é preciso lembrar, como Jesus, que a fé é mais importante que a observância da lei. Diante da visão duma justiça como exigência de sacrifícios e mera observância da lei, que julga dividindo as pessoas em justos e pecadores, Jesus mostra o grande dom da misericórdia, que é maior que os sacrifícios e maior que a lei. A regra de vida de seus discípulos deverá ser aquela que prevê o primado da misericórdia. Esta é a dimensão fundamental da missão de Jesus.  Ele vai além da lei. Também Paulo ensina que não é a observância da lei que salva, mas a fé em Jesus Cristo que, em sua morte e ressurreição, traz a salvação com a misericórdia que justifica. A misericórdia não é, contudo, contrária à justiça. Ela exprime o comportamento de Deus com o pecador. Em Oseias, por exemplo, segundo a lógica humana, é justo que Deus pense em rejeitar o povo fiel: não observou o pacto estipulado, merece a pena divina. Mas o profeta revela que Deus, sem deixar de ser justo, mostra seu coração misericordioso e se comove com o povo. Se Deus se detivesse na justiça, deixaria de ser Deus; seria como todos nós, que clamamos pelo respeito da lei. Com a misericórdia e o perdão, Deus vai além da justiça. Isso não significa desvalorizar a justiça ou torná-la supérflua. Ao contrário! Quem erra, deve descontar a pena; só que isto não é o fim, mas o início da conversão, porque se experimenta a ternura do perdão. Na cruz de Jesus, como exemplo máximo da relação entre justiça e misericórdia, Deus exerce o seu juízo sobre o pecado de todos nós e do mundo, porque oferece-nos a certeza do seu amor e da vida nova.

Para anunciar a misericórdia no mundo de hoje – o mundo de hoje tem uma carência muito grande do amor e da misericórdia de Deus. É escassa a experiência do perdão e da caridade. Já assinalava o papa São João Paulo II que a cultura atual esqueceu-se da misericórdia, que o desenvolvimento da ciência e da técnica faz o ser humano um dominador de tudo, que não deixa espaço para a misericórdia. Daí a necessidade de a Igreja centrar o anúncio do Evangelho na proclamação da misericórdia divina. Tudo e todos na Igreja devem irradiar misericórdia. Paróquias e comunidades, associações e movimentos e todos os segmentos da Igreja devem tornar-se um oásis de misericórdia.

Para aprendermos a ser misericordiosos como o Pai – a misericórdia divina é o critério para saber quem são os verdadeiros filhos de Deus. Somos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia conosco. O perdão das ofensas e o amor misericordioso tornam-se imperativo da vida cristã. A misericórdia é um ideal de vida e critério de credibilidade para a nossa fé. Se Deus foi misericordioso conosco e se experimentamos essa misericórdia, devemos também nós tornar-nos misericordiosos com os irmãos. Por tudo isso, o papa Francisco escolheu como lema do Jubileu a frase de Jesus: “misericordiosos como o Pai” (Lc 6,36). O papa pede que contemplemos sempre o mistério da misericórdia, a fim de que nós mesmos nos tornemos sinal eficaz do amor do Pai. O Jubileu da Misericórdia é um tempo favorável para que se torne mais forte o testemunho dos crentes a respeito do amor misericordioso do Pai.

Como viver o Ano da Misericórdia?

O papa Francisco sugere diversos meios de vivência do Jubileu da Misericórdia.

1 – A escuta da Palavra – para isso, é preciso recuperar o valor do silêncio, para acolher, rezar, meditar e praticar a Palavra que nos é dirigida. Os movimentos pastorais podem promover momentos de meditação da Palavra nos encontros do grupo e realizar a leitura orante da Bíblia.

2 – A peregrinação – a vida é uma peregrinação e o ser humano é viajante, é peregrino rumo à eternidade. A peregrinação à Porta Santa, tanto em Roma como em cada um dos lugares escolhidos por cada diocese, é sinal de que a misericórdia é uma meta a alcançar através de renúncias e sacrifícios. Em nossa Forania, a Porta Santa se localiza no Santuário Bom Jesus da Santa Cruz, em São Pedro de Alcântara. Na Arquidiocese, há uma Porta na Catedral, em todos os Santuários da Arquidiocese, e na Igreja do Santíssimo Sacramento em Itajaí.

3 – O amor cristão – para viver a misericórdia divina é preciso habituar-se a não julgar nem condenar, perdoar sempre, evitar sentimentos de ciúmes e invejas, valorizar o que há de bom em cada pessoa, aproximar-se de todas as pessoas.

4 – O encontro com os que vivem nas periferias existenciais – trata-se de ir ao encontro dos que vivem em situações de precariedade e sofrimento. Dar voz aos que sofrem na carne e cujo grito de dor não é mais ouvido por causa da indiferença dos ricos. Cuidar das feridas do próximo oferecendo-lhe o óleo da consolação, a solidariedade e o cuidado. Abrir os olhos para ver as feridas dos irmãos privados da própria dignidade. Ouvir o grito dos necessitados e romper a barreira da indiferença diante de seus sofrimentos. Os movimentos pastorais podem arrecadar alimentos, roupas, brinquedos, etc., para doação, oferecer ajuda para a Ação Social nas distribuições das cestas básicas e ajudar nos bazares beneficentes da Ação Social.

5 – As obras de misericórdia corporais e espirituais – cada fiel poderia tomar a peito o propósito de viver durante o ano uma destas obras de misericórdia. Será um modo para despertar nossa consciência adormecida diante do drama da pobreza e para entrar no coração do Evangelho. As obras de misericórdia corporal são: dar comida aos famintos, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, acolher o estrangeiro, assistir os doentes, visitar os presos, sepultar os mortos. As obras de misericórdia espiritual são: aconselhar os duvidosos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as injustiças, rezar pelos vivos e pelos mortos. O Jubileu da Misericórdia será útil para lembrar que seremos julgados pelo amor que tivermos com os pobres (Mt 25,31-45), pelo cuidado que tivermos oferecido a Cristo presente na carne do pobre.

6 – A vivência da Quaresma – é tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus. É tempo de alegrar-se com Deus que tira nossa iniquidade e perdoa nosso pecado, que não se obstina na ira, mas se compraz em usar de misericórdia. Tempo de oração, jejum e caridade, que podem ser vividos de modo novo sob a ótica da misericórdia. Os movimentos pastorais devem incentivar seus membros a participarem das celebrações da Quaresma e da Semana Santa.

7 – As 24 horas para o Senhor – celebradas na sexta-feira e no sábado anteriores ao 4º. Domingo da Quaresma, devem ser incrementada como momento de adoração ao Deus da misericórdia e de preparação dos fiéis para o encontro com o sacramento da Reconciliação. Em nossa paróquia, o Cerco de Jericó é uma ótima oportunidade para ficar mais perto do Senhor, participando das celebrações e das horas de oração do terço. O Lucernário também é outra oportunidade para viver esta experiência de ficar próximo do Senhor. Além disso, os movimentos pastorais podem realizar momentos de adoração nas reuniões do grupo.

8 – O sacramento da Reconciliação – pode-se, aí, tocar sensivelmente a grandeza da misericórdia, reencontrar o caminho de volta ao Senhor, redescobrir o sentido da vida. Aos padres o papa pede que sejam verdadeiro sinal da misericórdia do Pai, sejam os primeiros a fazer-se penitentes na busca do perdão, ofereçam tempo aos penitentes, participem da mesma missão de Jesus, sejam servos fiéis e não senhores do perdão de Deus, acolham os penitentes arrependidos e os levem ao encontro do Pai. Os movimentos pastorais podem incentivar no grupo a busca pela confissão.

9 – A acolhida dos missionários da misericórdia – serão enviados pelo papa a todo o mundo como sinal de solicitude da Igreja pelo povo de Deus, artífices de um encontro cheio de humanidade, fonte de libertação, rico de responsabilidade para superar os obstáculos e retomar a vida nova do Batismo.

10 – As missões populares – serão oportunidade para se pregar sobre a misericórdia, para celebrar o sacramento da Reconciliação, para favorecer ao povo, sobretudo os afastados, o encontro de um novo caminho para a casa paterna. Os movimentos pastorais podem incentivar seus membros a participarem do dia das missões populares na paróquia e da Equipe de Missão Paroquial que será formada.

11 – O encontro com os que estão longe – a palavra do perdão deve chegar a todos e a chamada para experimentar a misericórdia não deve deixar ninguém indiferente. Pessoas que estão fora da graça, ou que pertencem a um grupo criminoso, ou que são idólatras do dinheiro e vivem na dependência dele, ou são defensoras ou cúmplices da corrupção… todos esses devem ser buscados para serem tocados pela graça da misericórdia. É o momento favorável para estas pessoas mudarem de vida e perceberem que permanecer no caminho do mal é fonte apenas de ilusão e tristeza. Os movimentos pastorais podem dar continuidade ao Projeto Missão 2015, visitando as pessoas afastadas de seu grupo.

12 – A indulgência – o perdão de Deus para os nossos pecados não conhece limites. Seu amor chega ao ponto de destruir nossos pecados. Através do mistério pascal e da mediação da Igreja podemos experimentar a misericórdia de Deus. No sacramento da Reconciliação, Deus perdoa e apaga os nossos pecados; mas permanece o cunho negativo que os pecados deixaram em nossos comportamentos e pensamentos. A misericórdia é mais forte do que isso. Ela torna-se indulgência do Pai que, através da Igreja, alcança o pecador e o liberta de qualquer resíduo das consequências do pecado. Na Igreja, que é a comunhão dos santos, e na Eucaristia, que nos põe em união espiritual com todos os crentes, podemos contar com a santidade dos santos e beatos. A sua santidade vem em ajuda da nossa fragilidade com a sua oração e a sua vida. Na Igreja-Mãe, os santos e beatos são nossos modelos e intercessores e sua santidade é capaz de acudir à nossa fraqueza. Viver a indulgência no Ano Santo significa aproximar-se da indulgência do Pai na experiência da santidade da Igreja. Os movimentos pastorais podem realizar peregrinações para os locais definidos pela Arquidiocese para obter indulgência.

13 – Relação com os judeus e muçulmanos – o povo de Israel foi o primeiro que recebeu a revelação da misericórdia de Deus. As páginas do Antigo Testamento estão cheias de misericórdia, porque narram as maravilhas que Deus realizou em favor de seu povo nos momentos mais difíceis de sua história. O islamismo, por sua vez, chama a Deus de misericordioso e clemente. O encontro com estas religiões monoteístas e com as grandes tradições religiosas – budismo, hinduísmo, taoísmo etc. – é sinal de misericórdia, porque nos torna mais abertos ao diálogo e ao conhecimento mútuo e elimina todas as formas de fechamento, desprezo e discriminação. Os movimentos pastorais podem incentivar seus membros a participarem da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.