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Paróquia celebra XVII Cerco de Jericó

No período de 10 a 17 de julho, a paróquia viveu intensamente a programação do XVII Cerco de Jericó, que teve como tema: Igreja nas casas: acolhida e missão, e como lema: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura.” (Mc 16,15).

Dentro deste tema e lema, Padre Revelino Seidler, recorda que pelo nosso batismo nos tornamos participantes da missão da Igreja que é sermos testemunhas do Evangelho e levar a Boa Nova ao mundo.

Somos uma comunidade comparada a uma casa ou construção de Deus. A casa é nosso lar, lugar de união, amor, acolhimento. Essa casa é também a comunidade eclesial missionária, ela deve ter portas abertas para receber os que chegam, acolher com amor, mas também portas abertas para sair em missão, anunciando Jesus Cristo e seu Reino, indo ao encontro dos outros, especialmente dos pobres e sofredores.

A família que persevera na oração usa de criatividade para oferecer seus dons à comunidade eclesial e não perde a dimensão da caridade. Assim, essa família vai conseguir abrir as portas de sua casa, de modo que a Igreja doméstica seja evangelizadora, em saída, para tocar e santificar o mundo. Mas também as suas portas estarão abertas para acolher, acompanhar, discernir e integrar todos os casais e famílias que precisam reencontrar a fonte do verdadeiro amor e da verdadeira alegria: Jesus Cristo.

Foram sete dias e sete noites de intensas orações, com missas, adorações ao Santíssimo Sacramento, lucernários, confissões e vigílias nas casas. Fortemente alimentados para o envio que o próprio Cristo nos faz, derrubadas as barreiras que nos afastam de nós mesmos, uns dos outros e de Deus, fomos convidados a viver como a família que acolhe a Palavra, se alimenta do Pão, pratica a Caridade e que acolhe o envio que Nosso Senhor nos faz: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura.” Unidos como irmãos e irmãs em Cristo, e tendo como modelo a Sagrada Família.

Em sua homilia na missa de encerramento, Padre Revelino destaca que o Cerco de Jericó deve ser um momento em nossa vida para nos tornar próximos, próximos uns dos outros e todos nós próximos de Deus e quem faz isto é o próprio Cristo. Cristo nos aproxima, do que era dividido Ele fez unidade. Em Cristo não existe mais muros, os muros desaparecem. As pedras da muralha, podem ser transformadas em pontes, pontes que nos levam sempre mais próximos daqueles que precisam, próximos em nossas famílias e próximos a Deus. Cada um deve ver na sua realidade, onde ainda existe divisão, separação e a partir deste Cerco criar condições de encontro, de proximidade, de partilha e de fraternidade. O Cerco de Jericó deve ser um grande retiro espiritual, e deve estabelecer vínculos de comunhão entre nós e com Deus. Que a lembrança que cada um leve deste Cerco de Jericó seja uma marca profunda, para vivermos o Evangelho. Somos enviados para vivermos a compaixão com os que estão desemparados nas realidades do mundo, na família e na comunidade. Cristo é o bom pastor, mas ele quer que sejamos bons pastores, para cuidarmos do seu rebanho.

Seguem registros que expressam a devoção, a oração, a alegria, o louvor e a gratidão a Deus, que marcaram este XVII Cerco de Jericó.

Colaboração de Conteúdo: Suzi Mary Hamilka Ipiranga

Imagens: Paulo Elias de Souza, Giselle Cristina Pereira de Souza, pastorais, grupos e movimentos.